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A Canção do Rei de Tule (canto e piano)


Canção criada por justaposição da peça para piano Prelúdio 1, de Gilberto Mendes (sua primeira composição, conforme catálogo próprio), e do poema Oferta, de Martins Fontes.


OFERTA

Martins Fontes


Ó cavaleiros de San Graal

Que o verso seja o véu que ondule

E evoque a imagem ideal

Como na canção do Rei de Tule



Alguns pequenos ajustes (acréscimos) foram feitos para justapor música e poema. A letra tem como ajustes ao poema apenas casos de repetição de algumas palavras, como se o pensamento não fosse exposto num jato contínuo, mas interrompido em alguns trechos para retomar e repetir duas ou três palavras já ditas. Já a música apresenta um acorde inicial arpejado que inexiste na peça instrumental original, e a repetição de uma nota, transformando um compasso de dois tempos num de três tempos, por questão de prosódia.


A peça integra o álbum (ciclo de canções) LIRA DE AMBROSIA, que por sua vez integra o álbum CANÇÕES DOS SANTOS DA CASA (hiperciclo de canções).

A estreia se deu em 20 de março de 2015, em Campinas, no II Festival da Música Contemporânea Brasileira, pela soprano Adriana Bernardes e o pianista Antônio Eduardo, no concerto LIRA DE AMBROSIA: UM HAPPENING PARA DOIS GILS, em que o ciclo de canções LIRA DE AMBROSIA foi integrado em articulação com peças para piano do compositor Gilberto Mendes.


A percepção de que a escrita da peça apresenta uma configuração contrapontística de vozes extremamente compatível com o canto coral, apesar de composta originalmente para piano solo, levou a uma versão coral desta justaposição (A CANÇÃO DO REI DE TULE).


A_Cancao_do_Rei_de_Tule_canto_piano
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